A aparência tem se tornado a essência humana, em muitos casos sendo considerada mais importante do que valores e princípios.
O modelo ideal de beleza atual, muitas vezes incentivado pelos meios de comunicação, é extremamente limitador. Diz respeito a atributos estéticos que a mulher precisa exibir, para se encaixar no “padrão” de beleza: estar magra, ter músculos definidos, pele bronzeada, ausência de celulite e estrias e de qualquer característica que mostre idade mais avançada: como rugas, vincos no rosto, marcas de expressão e flacidez.
Em nosso país existe uma mistura de tantos povos.
É comum encontrar morenas claras, escuras, loiras, negras, ruivas. Cabelos lisos, cacheados, crespos.  Altas, baixas, magras, gordinhas, barriguinha saliente, nariz pequeno, nariz grande, sardas etc. E o formato dos corpos? Os mais variados.
Com tanta diversidade é extremamente injusto limitar a beleza feminina a um padrão de peso, idade e cabelos ideais. Que vamos combinar, é praticamente impossível ter todos estes atributos ao mesmo tempo.
É errado querer atingir estas formas físicas consideradas “padrões” ? Claro que não!
O problema  é quando há uma supervalorização destes aspectos, fazendo com que a mulher se sinta inadequada ao tentar alcançar um modelo inatingível gerando angústia, estresse, rebaixando a autoestima e até casos de transtornos alimentares uma vez que até mesmo a própria saúde pode ser deixada de lado em função da estética.
A busca pela perfeição, pertencer a este padrão, normalmente está associado à ideia de felicidade.
Mas é importante ser justa com você, se espelhe em algo possível, procure aquilo que mais se adeque a você, sua estrutura, seu biotipo.
Busque sempre o autoconhecimento e se aceite.
Duas questões que podem ajudá-la a tomar a decisão que será melhor para você:
1) Porque quero atingir este objetivo?
2) Porque é importante para mim?
Para fazer sentido em sua vida, estas respostas precisam vir de você, serem o mais genuínas possível.
Pois quando pautamos nossas atitudes baseadas em pressões, determinações do outro, corremos grande risco de nos frustrar.
Que nós mulheres tenhamos uma vida com mais liberdade de sermos quem quisermos ser.
Para refletir sobre este padrão de beleza, deixo a frase: “Nada mais seguro do que ser igual a todo mundo. Da minha parte eu nego, prefiro ser uma metamorfose ambulante, nem pior, nem melhor,
apenas diferente”! (Nietzsche)
Até a próxima!
Liliane Caetano
Psicóloga – CRP 06/92453
Tel 95317-6505
Facebook: Psicóloga Liliane Caetano
E-mail: lilianecaetanopsi@gmail.com
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