Em um ritmo frenético nossa sociedade impõe esse frenesi para os jovens que têm um modelo a ser seguido, mobral, escola, ensino médio, nono ano, foram tantas alterações nas nomenclaturas ao passar do tempo.

O perfil do jovem hoje também sofreu alterações com a evolução do mundo, continuam em um momento de transição como aumento da responsabilidade aparece como a grande mudança ocorrida com o final da adolescência, em todas as classes, sexos, raças e idades, sendo associado ao fim das coisas boas e perda de situações prazerosas.

E no ritmo da alta produtividade, ao terminar o ensino médio para continuar um modelo do que é esperado e seguir as expectativas sociais e familiares, segue-se rumo a faculdade com a escolha profissional e a faculdade.

Porém gostaria de nos trazer à tona e onde está o jovem que “tem que fazer” sua escolha em um momento de luto da adolescência e entrar na juventude com sua definição de futuro profissional imediata.

A pressão do ter que dar certo leva o jovem ao desgaste emocional e por muitas vezes os pais ignoram o olhar do filho subjugando valores de sucesso “impostos” com o fator social.

A fala de um jovem foi bastante interessante, durante o processo terapêutico; “Não gostaria de fazer faculdade agora, mas minha mãe quer que eu faça, ela diz para mim não perder tempo.”

Essa angústia do que “vou ser”, para alguns adolescentes gera um alto desconforto, por muitas vezes os estereótipos ou representações distorcidas da profissão.

Fica a importância de olharmos com um pouco mais de cuidado para esses jovens olhando para eles e não sobre eles.

E procurar ajuda com um psicoterapeuta para acompanhar no processo de escolha com o objetivo de orientação vocacional, mais saudável e menos dolorida, para si e mantendo uma qualidade de vida.

Psicóloga Karen Ramos

CRP 06/83740

Colunista Inovamente Psicologia

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