Normalmente observamos as pessoas optarem por viver em relacionamentos conturbados e prejudiciais, não pelo sentimento de amor, mas por medo da solidão.

Elas passam a vestir suas máscaras, de bom moço, de boa moça, não se permitindo ser elas mesmas, chegam ao ponto de estarem tão envolvidas que a solidão acaba sendo um monstro impossível de se enfrentar. Então, transformam o amor em uma força que supera tudo, menos é claro, a solidão. Deste modo, passam a vida se enganando com uma fantasia de um sentimento que deve resistir a todo sofrimento, a toda humilhação e não importa o que passam com o parceiro ou parceira, uma hora tudo será resolvido em um passe de mágica e viverão felizes para sempre. Mas, isso até perceberem que o “felizes para sempre” não existe e esse sofrimento se torna insuportável, e/ou esse sofrimento acaba atingindo outras pessoas.

E aí, o que fazer?

Começam os questionamentos! Começam as acusações! Começam as autopunições!

Mas, porque viver em um relacionamento que não faz bem? O amor não deveria de ser algo saudável?

Por que é tão difícil de separar? Por que é tão difícil de viver sem a outra pessoa?

Será que a maior dificuldade está em viver sem a outra pessoa, ou na dor da ruptura do relacionamento e no vazio da solidão?

A ruptura do relacionamento é a dor da perda, sem um autoconhecimento adequado, sem um pensar com qualidade, leva ao sentimento de culpa, inutilidade e incapacidade.

E o vazio da solidão é da dor do fracasso, da dúvida quanto ao futuro, conviver com essa dúvida é algo de estrema dor, mas é de suma importância para uma vida saudável, que é possível por meio do autoconhecimento.

Mas, e você… Você se conhece? Você consegue identificar seus sentimentos?

Você consegue nomear aquele aperto no peito? Você consegue conviver com a dor da ruptura do relacionamento? Com o vazio da solidão?

Você consegue pensar nos momentos de raiva, medo, angústias? Quanto tempo e energia você gasta se culpando ou culpando os outros?

E quanto tempo e energia você gasta buscando identificar suas emoções e pensar em como lidar com elas?

E se eu não consigo ficar sozinho, lidando com o vazio da solidão, será que serei uma boa companhia para os outros?

Quanto tempo você dedica para você mesmo? Para se conhecer, para pensar em você, sobre você e com você?

Será que você cuida do seu emocional, tanto quanto você cuida da sua beleza, da sua casa, do seu carro?

Lembra-se…”O questionamento é a impulsão para o conhecimento”.

Psicólogo Rodrigo Romão Antonio
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