Você sabia que ela é uma modalidade de atendimento utilizado pela Psicologia? Neste texto vou abordar a importância desta modalidade que ainda é pouco conhecida.

O Atendimento Domiciliar ele é destinado à idosos e pessoas impossibilitadas psicologicamente ou fisicamente de se locomover até o consultório particular.

Assim, ocorre em 4(quatro) instâncias: com o paciente, com o cuidador, com a família e com a equipe multidisciplinar. Em alguns casos poderá envolver orientações a família ou cuidadores, ressaltando que deverá ser levantado somente questões ligadas ao paciente e ao seu tratamento.

O papel do psicólogo faz com que seja repensado sobre a prevenção das doenças e a promoção da Saúde Mental, visando trabalhar com a subjetividade e na facilidade da comunicação do paciente juntamente com a equipe. Também, na melhor compreensão de sua dor e no enfrentamento das situações.

Tem o objetivo de facilitar a psicodinâmica entre equipe e família, trazer os dados mais relevantes de como o paciente está enfrentando a situação e se há possibilidade de desencadear doenças orgânicas. Esta informação deve ser colhido com exclusividade da psicologia.

A indicação para este atendimento poderá ser feito pelo próprio paciente, familiares ou pela equipe multidisciplinar que acompanha o caso mais de perto.

É realizado uma pré-avaliação (por meio de entrevistas, testes, e/ou outros instrumentos psicológicos), no qual é avaliado a equipe e o paciente observando se é necessário a intervenção psicológica.

Após o psicodiagnóstico situacional, o psicólogo irá dizer se há necessidade de psicoterapia ou não. Caso o paciente estabeleça um bom enfrentamento diante da situação, não será necessário.

Vale ressaltar a importância de colocar limites para a família, a fim de evitar criar vínculos fora da questão profissional.

Seguindo as questões éticas o Atendimento Domiciliar requer muito cuidado, pois o psicólogo como profissional deverá abordar somente o que o paciente lhe trouxer para a psicoterapia e/ou as situações que tenha presenciado ali.

Cabe ao profissional estabelecer as regras e limites para que o processo psicoterapêutico ocorra de forma ética e eficaz.

“A ética em seu entendimento mais amplo é respeitada na medida em que o atendimento domiciliar é avaliado como a única forma de que se dispõe em dado contexto para atenuar o sofrimento da pessoa ou da família.”

Vamos conscientizar que esta modalidade de atendimento existe, de que é possível “Promover a Saúde Mental em Todo Lugar”. As pessoas precisam saber que o Atendimento Domiciliar está crescendo cada vez mais, que profissionais estão buscando se aprimorar e ir até quem precisa.

E, pensando nisto, foi criado o Janeiro Branco, uma Campanha que visa levar a importância de cuidar da mente, cuidar das nossas emoções, a repensar sobre o sentido de nossas vidas.

Sensibilizando as mídias, instituições sociais, lugares públicos e privados, psicólogos e outros profissionais da saúde estão engajados neste mesmo propósito que o Janeiro Branco promove.

“Isso se chama Psicoeducação e o Janeiro Branco nasceu para isso, por amor à humanidade, senso de responsabilidade social, senso de dever profissional e pura solidariedade humanística.”

#Quemcuidadamentecuidadavida #Quemcuidadasemoçõescuidadahumanidade #Oquevocênãoresolveemsuamentetransformaemdoença

FONTE

CRP/SP: http://www.crpsp.org.br/portal/comunicacao/jornal_crp/128/frames/fr_orientacao.aspx

Janeiro Branco:

http://janeirobranco.com.br/

REFERÊNCIAS

LAHAM, C. F. Papel da psicologia. In: Yamaguchi et al. Assistência Domiciliar: uma proposta interdisciplinar. 1ª ed. Barueri, SP: Manole, 2010. Cap. 10: p. 7175 

PIETROLUONGO, A. P. C.; RESENDE, T. I. M. Visita Domiciliar em saúde mental – o papel do psicólogo em questão. Psicol. cienc. prof., v. 27, n. 1, Brasília, mar. 2007.  

Texto elaborado pela:

Psicóloga Giovana A. S. Oliveira 

CRP: 06/137734

E-mail: atendimento.psicologagiovanasouza@gmail.com

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