A autoestima é a forma como nos percebemos e está relacionada ao quanto gostamos de nós, nos admiramos e nos valorizamos. Como o próprio nome já fala, é a estima que temos por nós, o apreço pela nossa pessoa.

E como a autoestima se constrói e se desenvolve ao longo da nossa vida?

Desde que nascemos somos imundados de opiniões sobre nós. Que somos parecidos com o pai, a mãe ou a tia.  Frases como “o olho é igual a do primo, mas o gênio veio do avô” são extremamente comuns quando somos crianças. Recebemos muitas informações, não apenas sobre quem somos, mas também de quem seremos. “Acho que vai ser pintor, ele desenha muito bem, mas para esportes não leva nenhum jeito, como joga mal”. Informações como estas chegam a todo o momento. Quando pequenos, ainda não temos condições de fazermos críticas ou avaliar se tudo aquilo faz sentido ou não, mas conforme vamos crescendo, visitando outros ambientes e contextos, vamos criando nossas próprias opiniões sobre as coisas e pessoas e então conseguimos através da comparação, pensar se de fato meus desenhos são bonitos e sobre minha aptidão com os esportes, por exemplo.

Tais informações são captadas de forma diferente para cada um e podem se tornar “verdades” e nem sempre serão “verdades boas”. Alguém que sempre foi elogiado, terá tendência em sentir-se seguro e confiante. Porém, alguém que sempre foi muito criticado, provavelmente se tornará alguém inseguro em suas relações, no trabalho e na vida de forma geral, característica típica de baixa autoestima.

Partindo deste conceito, alguém que está satisfeito consigo mesmo, acaba sendo mais confiante e mais seguro em suas ações e posturas, o que trará benefícios para sua vida. O contrário também ocorre, quando alguém está insatisfeito com sua imagem e condição, acaba se apresentando inseguro, com sentimento de culpa e inferioridade. Com isto, podemos concluir que sua autoestima, acaba afetando a forma como você se apresenta ao mundo.

Podemos então concluir que a sua história de vida poderá influenciar em sua percepção sobre si mesmo, ou seja, na construção da sua autoestima, então, esteja atento a isto! Procure não focar no passado, nas experiências negativas. É muito importante você ter clareza de que você não é o que o outro pensa de você. Você precisa ter e ser a sua própria referência.

A forma de se perceber influencia em sua vida, nas suas relações e na sua saúde mental. Não seremos bons em tudo, mas podemos nos aprimorar e principalmente respeitar nossas limitações. Assim, convido você a pensar sobre suas potencialidades e defende-las, assumir suas qualidades e valorizar seus avanços.

Texto elaborado pela:

Psicóloga Michelle Metzler

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